Da ‘educação do campo’ à ‘educação quilombola’: identidade, conceitos, números, comparações e problemas

Conteúdo Principal do Artigo

José Maurício Arruti

Resumo

O elemento central na justificativa de uma “educação do campo” é a nova atenção e importância que se deve dar ao vínculo entre terra, território e escola. Mas, se levarmos a sério esta recomendação, acabaremos por perceber que existem muito mais modos de se relacionar com a terra do que aqueles previstos sob a categoria de “camponês”, “agricultor familiar” e “trabalhador rural”, que em geral descrevem as “populações do campo” e que estão na base da reflexão sobre a “educação do campo”. Isso implica reconhecer que, se a crítica que a “educação do campo” faz às escolas convencionais é positiva, seu modelo educacional produz também um viés homogeneizante.

Detalhes do artigo

Como Citar
Arruti, J. M. (2011). Da ‘educação do campo’ à ‘educação quilombola’: . Raízes: Revista De Ciências Sociais E Econômicas, 31(1), 164-179. https://doi.org/10.37370/raizes.2011.v31.325
Seção
Dossiê: Povos e Comunidades Tradicionais

Referências

Ver no arquivo do artigo.