O colono múltiplo: transformações sociais e (re)significação da identidade camponesa

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Giralda Seyferth

Resumo





Este artigo aborda aspectos da formação camponesa ocorrida numa área de colonização estrangeira em Santa Catarina (o vale do Itajaí), povoada mais intensivamente por imigrantes a partir de 1850, ano da fundação do núcleo colonial de Blumenau. A análise contempla as representações e apropriações da categoria colono, conformada como identidade social aludida ao processo histórico de ocupação do território e à dicotomia clássica rural/urbana, só em parte associada a exploração familiar da terra e a ruralidade. Nesse caso, destaca-se principalmente o período histórico do povoamento e da emergência de núcleos urbanos (entre 1850 e 1914), fonte da simbólica que marca os discursos, inclusive atuais, sobre a colonização e seus pioneiros.





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Como Citar
Seyferth, G. (2011). O colono múltiplo: . Raízes: Revista De Ciências Sociais E Econômicas, 31(1), 10-24. https://doi.org/10.37370/raizes.2011.v31.313
Seção
Dossiê: Povos e Comunidades Tradicionais

Referências

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